a voz da lua

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incensuráveis

literatura, censura e prazer.

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maya
fev 02, 2026
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“Eu sempre sonho que uma coisa gera,
nunca nada está morto.
O que não parece vivo, aduba.
O que parece estático, espera.”


Adélia Prado

♡ No próximo mês a newsletter completará 5 anos de existência! ♡

A cada ciclo eu faço uma reavaliação da minha relação com a news e também costumo realizar extensões criativas a partir dela.

𓇢𓆸 Para o ano de 2026 eu decidi escrever com mais convicção sobre as referências artísticas que cito em cada post. Então, para quem me acompanha desde o início eu lhes digo: vocês certamente sentirão uma mudança sutil na minha forma de escrever por aqui. Quero exercitar minha voz crítica de forma mais ousada, mas claro, sem perder minha essência. As edições serão mais pontuais, porém terão o cuidado e a atenção que merecem. Irei recomendar apenas obras que realmente mexeram comigo. Portanto, a frequência dos posts irá variar entre mensal ou até bimestral, pois prefiro qualidade do que quantidade (até porque o que não falta nas redes sociais é gente indicando filmes, séries, livros... às vezes me sinto mareada e não quero transmitir esse tipo de sensação por aqui).

Eu também decidi que esse material será exclusivo para os assinantes pagantes. Criei um material gratuito que lançarei de modo esporádico (depois darei mais detalhes), mas o conteúdo principal será para aqueles que contribuem para o meu trabalho de curadoria e de tempo dedicado ao texto.𓆝 𓆟 𓆞 𓆝 𓆟

* A partir desta linha recomendarei um livro de uma jovem escritora espanhola sobre uma obra literária polêmica (de 1955) e comentarei um filme belíssimo, baseado na história real de uma corajosa escritora do Oriente Médio. ✧ ̊⋆。 ̊

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